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Signos, Zodíaco e Meditação – Carneiro II

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No mês de Carneiro podemos aplicar o poder impulsivo para derrubar as paredes que levantamos à nossa volta, numa falsa auto-defesa.

O nativo de Carneiro é geralmente uma pessoa com uma consciência precisa do Eu. Sem dúvida, Carneiro é realmente o primeiro signo da Cruz Cardeal, e é perfeito que uma pessoa que tenha energias enfatizadas em Carneiro seja levada por energias internas e externas para uma actividade cujo propósito seja a criação de um mundo novo e melhor. Assim existe sempre o perigo que ele tente ultrapassar os outros com uma ambição de Ego muito enfatizada, seja em conhecimento, técnica, na educação ou na sua profissão. Uma auto-estima imoderada, um espírito doentio de competitividade e uma luta pelo poder surgem desta ênfase excessiva de si-próprio. A forte tendência desse tipo humano para a extroversão, muito frequentemente o faz transferir a batalha contra problemas e conflitos para o mundo exterior ao invés do confronto consigo próprio. O sucesso obtido no mundo é normalmente relacionado com as suas próprias potencialidades e ele constrói a sua auto-consciência sobre elas. Entretanto, no caso de pessoas voltadas para a espiritualidade, é, na realidade e acima de tudo, uma questão de um novo nascimento, do nascimento do verdadeiro Ser, que compartilha da existência eterna. Nós deveríamos abrir-nos especialmente e preparar-nos para este novo nascimento durante o mês de Carneiro.

Signos, Zodíaco e Meditação – Peixes III

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Peixes é um signo mutável de Água do Zodíaco. Por esse motivo os sentimentos são muito proeminentes. A pessoa nascida sob o signo de Peixes é do tipo sentimental. Ela compreende todas as nuances do sentimento e das emoções interiores mais subtis, o que a torna muito sensível. É o signo da devoção – as pessoas de Peixes identificam-se com aquilo que amam. Frequentemente elas perdem-se nesse amor sem limites e farão qualquer sacrifício pela pessoa amada. (…) É essa capacidade para a devoção que nos leva à unicidade e que faz com que nos unamos à fonte divina na qual temos a nossa origem. É uma força de projecção que nos oferece um caminho ao nosso Ser interior, dando, dessa forma, acesso ao mundo transcendental. Esse é um processo especial para se entrar em contacto com aquelas dimensões que procuramos e de que necessitamos, a fim de poder desempenhar tarefas eficientes no mundo. Isto coloca-nos em contacto com um propósito de existência, o qual é maior do que o nosso actual. Até mesmo o menor sinal dessa disposição para a devoção conta com uma contribuição para o grande Plano da Evolução, o qual está conduzindo toda a vida no nosso planeta à perfeição. Através da devoção genuína a um objectivo maior, a nossa vontade pessoal une-se à Vontade Divina. Somos apoiados pela força idealizadora e inspiradora da nossa visão interior, que nos concede asas.

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